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Campo Geek e a importância da descentralização da cultura pop.


Nos dias 21 e 22 de março, eu estive na terceira edição do Campo Geek, evento de cultura pop que acontece em Campo Mourão.

Estive lá, no Campo dos artistas, expondo meus livros junto de autores, editoras, quadrinistas, ilustradores, tatuadores, artesãos e muitos outros artistas.


Conheça o evento.
Conheça o evento.

Além disso, também ministrei minha oficina de contos de terror para o público, e foi super divertido.


A felicidade escondendo o nervosismo.
A felicidade escondendo o nervosismo.

Foi uma experiência incrível e, para mim, intensa. 

Geralmente, experiências que envolvem a interação com várias pessoas, estímulos visuais e auditivos e a oportunidade de falar, como diz minha mãe, “mais que o homem da cobra”, me deixam extremamente empolgada e ansiosa. Sendo assim, muito intensas.


E como eu falei, viu!


Falei até a garganta ficar irritada e ficar com a sensação de que meu crânio estava vibrando.


Finalmente desenrolei minha tattoo do Baldur's Gate 3, feita @robinn.tattoo
Finalmente desenrolei minha tattoo do Baldur's Gate 3, feita @robinn.tattoo

Apesar da sobrecarga sensorial, aproveitei muito os dois dias do evento, pois mesmo sendo cansativo para um cérebro neurodivergente, o evento criou um ambiente acolhedor, com uma equipe atenciosa e sala de descompressão (que eu esqueci completamente de usar).

Conheci várias pessoas, conquistei novos leitores e conversei muito, com muita gente. Troquei livros e figurinhas com outros artistas, trouxe prints, ilustrações, livros e quadrinhos incríveis para casa. E até fiz uma tatuagem nova.





O Campo Geek foi um evento pensado com carinho e organizado com cuidado, que reuniu nomes como Manolo Rey, Adriana e Mariana Torres, Leandro Ramos, Zé da Viola e Manual do Aristeu; que promoveu painéis ricos e meet and greet, que preparou uma estrutura para receber muitas pessoas (e recebeu); e abriu espaço para artistas independentes mostrarem seu trabalho. 


Meu conje e eu, com um dos maiores pilotos e grande crítico de cinema do Brasil. Falo com tranquilidade.
Meu conje e eu, com um dos maiores pilotos e grande crítico de cinema do Brasil. Falo com tranquilidade.

Tudo isso sem cobrar ingresso. O que torna o Campo Geek algo ainda mais gigantesco, pois 

descentraliza a cultura pop e a aproxima de um público enorme, mas que está longe das grandes capitais (onde, geralmente, eventos dessa natureza se concentram).

E sim, o público compareceu demais. Pelo menos 7.500 pessoas compareceram ao longo dos dois dias. E olha que no domingo caiu um temporal, tá!


Foi uma honra participar do Campo Geek e ver tudo acontecer diante dos meus olhos.







Obs.: A Adriana Torres comprou meu livro, e eu não tô sabendo lidar até agora.



Sem palavras.
Sem palavras.

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